O Cerco de Corintho, poema de Lord Byron, traduzido em verso portuguez

· 1824

Foi mantida a grafia usada na edição original de 1839, tendo sido corrigidos apenas pequenos erros tipográficos evidentes. _Alma prestante, onde reside e impera O Genio da Amizade, Que a luminosa esfera Deixou, para acudir á humanidade, Sumida em pesadumes e agonias, Em feia escuridade! Alma onde o typo eterno não se encobre, E que, n'estes d'egoismo ferreos dias, O instante de ser util só vigias, Sincera, affavel, nobre! Acceita, em oblação a ti votado, Ancioso de agradar-te, este traslado._…

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