Poetas do Minho I - João Penha

· 1925

Aquelle meu espirito opulento, Que vivia na luz dos sonhos bellos, Jaz ha muito nas ruinas dos castellos, Que no ar edifica o pensamento. «... Quem publica um livro não o faz para o ler, publica-o para que os outros o leiam. Quer, portanto, produzir um effeito qualquer, effeito que, em todo o caso, não pode ser o do somno: para este ha o opio, a belladona e o Codigo do Processo Civil.»…

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