Oh, que viesse o que não crê, comigo, Á vecejante Arrabida, de noite, E se assentasse aqui sobre estas fragas, Escutando o sussurro incerto e triste Das movediças ramas, que povoa De saudade e amor nocturna brisa; Que visse a lua, o espaço oppresso de astros, E ouvisse o mar soando:--Elle chorára Qual eu chorei......................... «Ajuntava a esta abstinencia (Frei Agostinho da Cruz) as muitas vigilias, ásperas disciplinas, em que se exercitava, e outras mortificações, que elle depositou no archivo do silencio, e só nos deixou as inferencias, de que eram muito esquisitas.»…
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