Produced by Pedro Saborano (produced from scanned images of public domain material from Google Book Search) Oh, que viesse o que não crê, comigo, Á vecejante Arrabida, de noite, E se assentasse aqui sobre estas fragas, Escutando o sussurro incerto e triste Das movediças ramas, que povoa De saudade e amor nocturna brisa; Que visse a lua, o espaço oppresso de astros, E ouvisse o mar soando:--Elle chorára Qual eu chorei.........................…
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