Saibam todos quantos virem Este publico instrumento, Que surgiu mais um poeta Nos aloques do talento. Não pertenço á mocidade, Que fechou sem caridade Da velhice a pobre tumba. Não sei palavras d'estouro, Nem descanto em lyra d'ouro: Minha lyra é um zabumba. Eu, sou eu. Juiz das Almas, Nos bons tempos, que lá vão, Conheci que tinha uma Como poucas almas são... Campanhan! terra dos saveis! Que doçuras inefaveis Tens nos teus prados amenos! Ai! Maria da Cancella!... Cada vez que fallo n'ella, Sou Petrarcha... em fralda, ao menos!…
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