_Oh fortunati miei dolci martiri, S'impetrerò che, giunto seno a seno, L'anima mia nella tua bocca io spiri!_ Que scena tão suave aos Amadores! Capaz de amenizar o horror da Morte, Que, de azas negras, me esvoaça emtorno! Que scena tão suave aos Amadores! Com brando murmurío além revôão De Venus, e de Analia, (iguaes no encanto) De Venus, e de Analia as avezinhas. Alli magoas não ha, não ha saudades, Vivem como eu vivi, como eu não morrem! Doce he ver-lhe os desejos innocentes, Os momentos de Amor! He doce ouvir-lhe Ternos gemidos em delicias ternas! Unindo os bicos, se namorão, se instão, Se afagão longamente, e arrulão juntas. Nellas pejo não he, nem crime o gosto, O altar da Natureza…
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